Inovação: como utilizar os lados direito e esquerdo do cérebro em prol de novas ações?

Nessa semana resolvi escrever sobre um conteúdo de inovação e criatividade, que aprendi com o Professor PhD Marcelo Carpilovsky, no MBA em Gestão Empresarial da FGV. A disciplina foi ministrada em 2015, mas o conteúdo continua muito atual.

Eu atuo no departamento de Inovação e nossa área fica responsável por resolver problemas globais. Ou seja, atuamos na concepção e criação de novos produtos que sejam escaláveis e que vão garantir a sustentabilidade da empresa no futuro. E, vejo muito do que vou falar no dia a dia, pois são conceitos que nos ajudam na prática cotidiana.

É comum ouvirmos dizer que as pessoas criativas são aquelas que têm muitas ideias originais. Mas de onde vêm essas ideias? Essa característica da originalidade é decorrente do pensamento divergente, que é aquele pensamento responsável pela geração de novas ideias e projetos e que é muito utilizado em brainstormings, em que quanto mais ideias, melhor é. É o pensamento criativo e, por isso, relacionado ao lado direito do cérebro.

As pessoas mais analíticas, por sua vez, aquelas pessoas mais lógicas, estas fazem uso de modo mais acentuado do lado esquerdo do cérebro, que é o lado responsável pelo pensamento convergente, que visa à relevância das ideias e a convergência para a melhor solução, aquela que tangibilize a eficiência e a eficácia.

Assim, no processo criativo é importante a soma da originalidade e da relevância. E, por isso, que se torna tão importante os lados direito e esquerdo do cérebro operando juntos. Neste interim, existem cinco fases do processo criativo, a saber: Identificação do Problema, Coleta de Informações, Geração de ideias, Verificação e Execução. Leia mais

Como ser mais produtivo e feliz no trabalho?

Um artigo de Dejours (Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina de Paris) denominado “Psicodinâmica do Trabalho e Teoria da Sedução”, gera uma reflexão importante sobre a importância da produtividade, criatividade e do zelo para a felicidade no trabalho. Afinal, muitas vezes temos a sensação de que ficamos patinando no trabalho e parece que não chegamos ao resultado desejado, de modo que a angústia nos invade.

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Como gerenciar o tempo de forma eficaz e ser uma pessoa de alta performance?

Hoje em dia, é comum as pessoas dizerem que não têm tempo, alguns de vocês talvez busquem ter mais tempo, outros visam aproveitar melhor o tempo, pode ser que seu objetivo seja fazer mais coisas em menos tempo ou ainda escolher como usar melhor o tempo. Mas afinal, o que é tempo?

Eu, particularmente, gosto da definição de Jaime Wagner que diz: “Tempo não é dinheiro, tempo é vida. E vida é muito mais do que dinheiro.” Desde quando passei a lidar com essa concepção de tempo finito de vida, que vai do nascimento até a morte, passei a pensar em estratégias de como administrar melhor o tempo, visto que nós temos que viver nestas vinte e quatro horas do dia. “Delas nós devemos extrair riqueza, prazer, dinheiro, satisfação, respeito e evolução da nossa alma. O seu uso correto, o seu uso mais eficaz, é questão de máxima urgência. Tudo depende disso.” (Arnold Bennett).

Mas no que consiste administrar o tempo?

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Por que vender em marketplaces

Vive-se a era digital, dos desafios tecnológicos e alinhamentos de estratégias ligadas à combinação dos mundos físico e virtual. Hoje, por exemplo, precisava comprar lentes de contato e fui verificar o preço em uma loja física e o valor da caixa com três pares de lentes era de R$110,00. Em seguida, entrei no Google e buscando o preço na Internet, encontrei o mesmo produto da mesma marca em Marketplaces e E-commerces por R$67,45 e ainda com frete grátis. Isso mesmo, R$42,55 mais barato, ou seja, 38,68% a menos no mundo virtual do que no físico. E aí, qual decisão você tomaria?

Como encontrei o mesmo produto pelo mesmo preço tanto em um e-commerce quanto em um marketplace, optei por comprar no marketplace. Mas aí você pode me perguntar, por que Nôga?

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