INFOGRÁFICO: Engenharia social – O que é e como evitar ser enganado

A engenharia social é uma das maiores e mais antigas ameaças à segurança da informação. Você sabe como ela funciona e o que fazer para se prevenir desses ataques?

Acredite: até as coisas mais simples como um pen-drive desconhecido que você encontra podem ter consequências gravíssimas para seu sistema. Não é paranoia: o baiting é uma das técnicas de engenharia social mais praticadas!

Para te ajudar a proteger seus dados, criei um infográfico completo com a definição dos principais tipos de ataques da engenharia social e recomendações que valem para dados pessoais e empresariais. Confira:

Infográfico -Engenharia Social

Espero que este infográfico ajude pessoas e empresas a protegerem seus dados.

Você tem alguma dúvida ou dica sobre o assunto? Deixe seu comentário! 🙂

Como consegui a certificação MCSD: App Builder

Há mais ou menos um ano determinei um objetivo, que era o de caminhar por uma das trilhas de certificação Microsoft (MCSD: App Builder – link do selo). Se você não conhece muito sobre certificações Microsoft, recomendo que leia este post sobre a importância da certificação Microsoft aqui do blog.

Este tempo seria mais do que o suficiente para realizar as três provas necessárias para conseguir o título, porém devido à alguns imprevistos pessoais acabei atrasando os planos, mas não desisti!

Este título exige um pré-requisito que é já possuir o título de “MCSA: Web Applications”.

A primeira prova da certificação MCSD (70-480)

A primeira prova pode ser escolhida entre a 70-480 (Programming in HTML5 with Javascript and CSS3) ou a 70-483 (Programming in C#). Como trabalhava mais com Web nesta época, optei pela 70-480.

Das três provas que fiz, considerei que a 70-480 foi a mais fácil delas, no entanto me preparei por dois meses antes de me submeter à realização da prova.

Vou deixar abaixo alguns materiais que utilizei para me preparar para a prova:

O último link deixado é, na minha opinião, o mais completo e rico, porém vale a pena estudar por todos eles.

A segunda prova da certificação MCSD (70-486)

Ainda no caminho para conseguir o “MCSA: Web Applications”, obrigatoriamente temos que passar pela prova 70-486 (Developing ASP.NET MVC Web Applications). Para esta prova também me preparei por cerca de dois meses antes de me submeter ao teste.

Na minha concepção esta prova foi a intermediária, em termos de dificuldade. Leia mais

Certificação Microsoft vale a pena?

Existem várias maneiras de um desenvolvedor (ou qualquer profissional) se qualificar, uma delas é através da certificação Microsoft. Ela basicamente vai assegurar às pessoas que você detém o conhecimento sobre algum assunto específico.

A maioria dos grandes players de tecnologia da atualidade fornecem a possibilidade de certificar os profissionais que desejam se aprofundar em alguma de suas tecnologias.

Seguindo esta ideia, a Microsoft é uma das empresas que disponibilizam essa opção de especialização. Ao perceberem a grande aceitação dos profissionais com esta modalidade, eles criaram certificações para praticamente todos os seus grandes produtos comerciais e para todas as áreas (não só desenvolvedores, veja a lista completa de certificações Microsoft).

Com o sucesso do modelo, passaram a criar as “trilhas” onde o profissional pode seguir conquistando uma lista de certificações de um determinado segmento e ao completar todas (ou seja, completar a trilha) ele recebe um selo da empresa.

Além do “carimbo” da grande empresa dizendo que você detém o conhecimento sobre determinado assunto, ao passar em alguma certificação a Microsoft disponibiliza alguns mimos como: desconto em e-books Microsoft, desconto em produtos Dell, acesso gratuito a uma rede social privada para profissionais certificados, além de materiais de divulgação para suas conquistas.

Qual o significado da sopa de letrinhas (MTA, MCSA, MCSE, MCSD)?

Dentro do universo de certificações Microsoft, existem ainda subdivisões através dessas siglas para diferenciar os níveis de “profundidade” sobre cada assunto. São elas: Leia mais

O que projetos de desenvolvimento de software e cervejas artesanais tem em comum?

Você pode achar que a comparação é absurda, mas sim, a produção de uma cerveja artesanal pode ser comparada a projetos de software desde a primeira etapa. E é nesse primeiro momento da contratação de uma fábrica de software que vamos focar aqui: a análise de requisitos é indispensável tanto para o software que você pretende utilizar, quanto para a cerveja que deseja degustar. Mas fique tranquilo: desenvolvedores não trabalham alcoolizados.

Vamos então criar um paralelo entre duas situações: de um lado, a necessidade de um software para uma farmácia. De outro, o desejo de uma cerveja exclusiva para uma festa de fim de ano.

Imagine então que essas são as únicas informações passadas, tanto para a fábrica de software, quanto para a cervejaria. Um tanto amplo, não? Afinal, qual o tipo de software e com quais funções? E a cerveja, qual será a família, a cor, o teor alcóolico? Servirá quantas pessoas? Esse procedimento de especificar o que precisa é a Análise de Requisitos, indispensável para uma estimativa de prazos, preços e o alcance de resultados assertivos.

Cada software e cada cerveja tem seus objetivos

Dentro dessa análise, o primeiro passo seria a definição do objetivo principal e secundário.

Por exemplo:

  • Objetivo principal: Um software para farmácia.
  • Objetivo secundário: Que tenha fluxo de caixa.

E pensando na cerveja artesanal, seriam estes:

  • Objetivo principal: Uma cerveja artesanal especialmente para uma festa.
  • Objetivo secundário: Deve ser frutada.

Você deve concordar que ainda são informações amplas, que precisam de mais detalhes para que não existam frustrações e retrabalho. Vejamos então a segunda etapa da documentação. Leia mais

Desenvolvimento com fábrica de software vai além do menor preço

No desenvolvimento com fábrica de software, será que contratar quem oferece o menor preço é a melhor saída? Pode ser que sim, se você não valorizar a qualidade. Mesmo que você considere que seu projeto é algo simples (que não pode ser sinônimo de mal feito), deixar de lado a experiência de qualidade significa tempo, dinheiro e trabalho perdidos.

Por isso, olhe os diferenciais! Você pode avaliar se a fábrica de software oferece valor agregado mesmo antes de fechar negócio. Veja abaixo o que esperar de uma fábrica e como você pode contribuir para que o projeto seja um sucesso!

Aderência ao negócio

Se a fábrica de software não sabe o que o cliente espera do produto, o resultado tende a ser catastrófico.

Veja se a fábrica propõe visitas e se disponibiliza a fazer as reuniões necessárias para entender sua empresa, suas necessidades e a finalidade do software.

Entender a expectativa e mostrar a realidade

O que é possível e o que não é possível? Qualidade não é discutível em nenhuma hipótese, uma fábrica profissional não aceita práticas duvidosas que comprometam a entrega e a verdadeira solução do problema.

O desenvolvimento com fábrica de software precisa ser transparente e pontuar situações de risco.  Você gostaria de ser avisado antes de algo dar errado, não é? Então procure sempre uma fábrica que exponha todos os cenários e saiba medir riscos com antecedência. Isso é questão de confiança, credibilidade e segurança!

Exemplos de risco: volumetria e escalabilidade

A volumetria se refere ao número de informações dentro do sistema, e a escalabilidade mostra o quanto esse software pode crescer.

Imagine um prédio de 5 andares. A volumetria seria a avaliação de quantas pessoas esse prédio comporta. A escalabilidade observaria se a arquitetura aguenta crescer mais 5 andares. Ambas as informações impedem que medidas imprudentes sejam tomadas, prevenindo riscos. Leia mais

Omni Soluções Financeiras e a desburocratização por meio da plataforma mobile

O processo para concessão de crédito de veículos costuma ser bastante trabalhoso. Com a esperada recuperação na venda de veículos que vem sendo registrada nos últimos meses, a ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) estima que deverão ser liberados R$ 90,6 bilhões para o financiamento de veículos.

Facilitando o progresso

Com o segmento em ebulição, a Omni Soluções Financeiras revolucionou todo o processo de análise de crédito e anuncia a plataforma mobile e desktop Omni+, desenvolvida pela DB1 Global Software, que deverá beneficiar mais de 222 mil pessoas na cadeia, entre lojistas, agentes de crédito e consumidores. A mudança foi impulsionada pelo desejo de colocar o benefício aos clientes no centro do processo.

Como o Omni+ funciona

O APP Omni+ realiza a análise do crédito e simula as condições de financiamento de um veículo em poucos minutos, a partir do preenchimento de uma ficha de dados na tela de um smartphone, tablet ou computador. Também é possível ajustar as condições da compra às possibilidades do cliente em tempo real, com simples toques na tela.

O Omni +, primeira plataforma mobile e desktop da Omni Soluções Financeiras, proporciona os seguintes benefícios: Leia mais

People Experience: Como recepcionar e encantar

Quando você visita uma cidade desconhecida, não é bom encontrar alguém que te oriente, te mostre os principais pontos turísticos, te leve a um bom restaurante e te proporcione um pouco de hospitalidade?

E quando você visita uma empresa, não é legal também ser bem recebido?

Pensando nisso, aqui na DB1, praticamos o conceito de PX (people experience – experiência das pessoas), que se origina do termo UX (user experience) muito utilizado em empresas de tecnologia para se referir à experiência que o usuário do sistema/produto terá ao utilizá-lo.

E o que é uma prática de People Experience?

Para nós da DB1, PX é proporcionar a melhor experiência possível aos nossos clientes, visitantes, fornecedores, candidatos e colaboradores quando vêm à sede da DB1, pois acreditamos que cada um é único e importante, por isso merece o nosso melhor!

Algumas formas de proporcionar essa experiência, é a realização de pequenas ações que demonstrem e gerem sentimentos de acolhimento, conforto e importância.

Quando for receber alguém em sua empresa, pense em como você pode tornar essa visita especial e agradável. O que mais você pode oferecer para encantar seu visitante? Um brinde personalizado? Um coffee break? Uma recepção no aeroporto? Um almoço em um restaurante de comidas típicas da região? São muitas as possibilidades! Vale usar a sua criatividade, sempre com bom senso, para melhorar suas práticas de recepção e tornar essa experiência única.

Cada público, uma experiência

Você também pode estabelecer padrões de atendimento para diferentes públicos, por exemplo, uma recepção com 50 pessoas e duração de 2 horas é diferente de uma recepção de 3 pessoas com duração de 5 dias. No primeiro caso, a atenção dedicada a cada um dos visitantes vai ser menor do que no segundo. Verifique também se é a primeira vez que este visitante vem à sua empresa, caso não seja, você pode e deve inovar! Pense em formas de se adaptar a cada situação e estabeleça um padrão de qualidade a ser seguido.

O importante é analisar o perfil do visitante, a quantidade de pessoas, o tempo disponível (seu e do visitante) e o seu orçamento para tornar essa prática uma experiência que vai ficar na memória do seu visitante.

Você teve uma experiência legal em alguma empresa? Algo diferenciado, que te surpreendeu? Conte pra gente nos comentários! 🙂

Robô 100% brasileiro pode ser seu novo colega de trabalho

Já imaginou receber o auxílio de um robô em sua rotina de trabalho?

Atualmente o Tinbot atua como Scrum Master na DB1 e auxilia os times no desenvolvimento de software. Mas sua capacidade não pára por aí!

Ele pode ainda ser assistente de equipe, recepcionista, professor ou qualquer outro perfil profissional, visto que é configurável e pode ser programado por qualquer pessoa.

Em entrevista para o programa Estúdio I, da Globo News, Marco Diniz fala sobre a criação do robô que é 100% brasileiro.

Gestão de Projetos com Inteligência Artificial

Já pensou em ter um robô como gerente? Pois é!
Graças a Inteligência Artificial nada passa despercebido aos olhos do Tinbot!
Ele auxilia na gestão, dá recados, ajuda o time, cuida das pendências e ainda descontrai o ambiente.
Veja no vídeo abaixo como o Tinbot pode auxiliar na rotina das empresas:

Artigo relacionado:

Tinbot no The Developers Conference – TDC

Quanto vai custar e quando vai ficar pronto meu sistema?

Atualmente trabalho como Gerente de Projetos aqui na DB1 Global Software e gostaria de falar um pouco sobre uma situação que ocorre no meu dia a dia, pois penso que pode ajudar muitas pessoas. A situação é a seguinte:

A dificuldade do cliente em detalhar o que precisa

Quando um cliente necessita de uma solução sistêmica para resolver um determinado problema, um dos pontos que ele pensa é: “Quem vai me ajudar no desenvolvimento dessa solução? ”. Se ele possui uma equipe de TI interna e disponível, naturalmente repassará tal demanda para esse time. Caso contrário, ele vai ao mercado para contratar uma empresa de software para ajudá-lo e aí que mora o grande problema. Muitas vezes, o cliente não sabe como pedir/solicitar essa contratação e no geral, o instinto é enviar um documento “pobre/macro” a várias fábricas, pedir um orçamento de custo e prazo, e fazer uma comparação simplista para eleger qual empresa irá executar a demanda.

O que a fábrica deve fazer

Baseado nessa situação cotidiana, qual deve ser a postura de uma fábrica de software responsável? Ler o documento, fazer uma reunião de 10 minutos com o cliente e estimar por ordem de grandeza e enviar ao cliente? Sinceramente, não vejo que seja o melhor caminho. Pode até funcionar para sistemas pequenos, mas ainda assim não acho uma boa ideia. E por quê? Leia mais