O papel de UX (User Experience) em projetos de software

Quando o termo User Experience (em português, Experiência do Usuário) foi cunhado por Don Norman, no início dos anos 90, podíamos contar nos dedos as empresas que realmente pensavam em entregar produtos alinhados às expectativas dos usuários. Por muitos e muitos anos, o que era levado em conta na hora de entregar um produto era simplesmente a capacidade de algo funcionar e ponto final. Não havia muito tempo (ou recurso) disponível para tentar entender quais eram os problemas reais dos usuários e o que eles realmente queriam. Se considerarmos que a maioria dos softwares produzidos na época eram voltados às empresas, fica ainda mais fácil de entender porque o usuário era jogado pra escanteio: o produto tinha que se adequar ao que o cliente quer, afinal, é era ele quem estava pagando. 

Entretanto, no “mundo dos usuários”, a tecnologia era vista como vilã e a “arte” de entendê-la era restrita a poucos. Isso foi, um grande problema para os usuários, que se sentiam intimidados por esse novo cenário. Isso demandava um alto tempo de treinamento e utilização do produto, o que era custoso demais para todos os envolvidos no processo: os desenvolvedores.  Leia mais

Um universo de soluções com Design Patterns (Padroes de Projeto)

Os Design Patterns (Padrões de Projeto) existem para deixar o código mais eficiente, além de agilizar e facilitar sua rotina.

Ainda assim, muita gente desconhece esse universo de soluções!

Design Patterns não são voltados a algumas linguagens específicas, mas sim às linguagens que possuem programação orientada a objetos (POO), como por exemplo:

  • Java;
  • .NET;
  • Delphi.

Para que você domine os Padrões de Projeto, criamos um Ciclo de Capacitação ministrado por André Celestino, Desenvolvedor Delphi especializado em Engenharia e Arquitetura de Software.

São 4 vídeos para desmistificar os Design Patterns e indicar os melhores recursos para aprender cada padrão! Leia mais

Resiliência: é possível desenvolvê-la?

No texto anterior desta série foi apresentado o que é resiliência! Retomando, resiliência é a capacidade que nós temos de lidar bem com as adversidades, tirar proveito delas e não adoecer. Com essa definição concluímos que ser resiliente é uma habilidade importante para que possamos viver melhor. Pensando assim é provável que venha o questionamento: é possível desenvolver resiliência?

Habilidades para desenvolver resiliência

Para ser resiliente é preciso desenvolver uma série de habilidades emocionais e sociais como: Leia mais

Como tirar a certificação CTAL-TA, por Narayane Teixeira

Em 2016, eu adquiri a certificação CTFL, e foi um divisor de águas na minha carreira. Ela me proporcionou novos conhecimentos na área de testes, e permitiu melhorar minha forma de trabalho: desde usar as terminologias corretas, até aplicar novas técnicas de teste no projeto em que trabalho.

E buscando ainda mais conhecimento nesta área, resolvi iniciar o estudos para as provas de nível avançado (CTAL) do BSTQB.

O que é CTAL?

A CTAL é a sigla para Certified Tester Advanced Level. Trata-se de um conjunto de certificações de nível avançado, voltado para pessoas que possuam experiência em teste de software. A CTAL contempla as seguintes certificações:

CTAL–TA: Test Analyst

CTAL–TM: Test Manager

CTAL–TTA: Technical Test Analyst Leia mais

O que dizem os formados no DB1 Start

O DB1 Start é um curso gratuito que busca trazer a experiência de fazer um projeto completo de software, através das boas práticas de mercado.

Dentre as 31 pessoas que se formaram no DB1 Start em 2017, Fernanda Peron e Leonardo Franco compartilharam com a gente como foi a experiência de passar pelo curso e, hoje, fazerem parte do time da DB1 Global Software.

São histórias como essas que confirmam o sentido daquilo que fazemos. Confira os depoimentos: Leia mais

Quanto seu cliente confia em você? O indicador de NPS pode responder!

Sempre que há uma interação entre duas partes uma expectativa é criada. Em uma prestação de serviço isso se torna mais evidente e muitas variáveis começam a interferir neste cenário. Assim a necessidade de um feedback se torna evidente, pois essa expectativa criada pode ser atendida, mas com que qualidade? Qual a impressão seus fornecedores passam a você? E qual impressão sua empresa passa a seus clientes?

Uma relação de confiança deve ser estabelecida quando um serviço é prestado e isso deve abranger muito mais do que a satisfação apenas com a entrega realizada. Quando nós confiamos em uma marca a ponto de indicá-la a um amigo, teremos essa marca associada à nossa própria imagem para a pessoa que recebeu a indicação, e ninguém quer “sujar” seu nome com uma indicação ruim, não é mesmo?

É neste âmbito que o indicador de NPS aparece, pois com ele conseguimos medir a “taxa de indicação” de nossa marca pelos nossos clientes, ou seja, o quanto nossos clientes confiam em nossa marca a ponto de indicarem-na a amigos e outras pessoas de seu círculo social e profissional. Leia mais

Lightning Talk – Cornucopia: Desenvolvimento Seguro

Você já ouviu falar de Cornucopia? Quando se trata de segurança da informação, todos precisam se unir para encontrar possíveis falhas de segurança e prevenir ataques. É por isso que Emerson Castilho e Wagner Voltz apresentaram um Lightning Talk, palestra de 15 minutos, para esclarecer tudo sobre o agile game desenvolvido pela OWASP (Open Web Application Security Project).

O jogo ajuda no desenvolvimento seguro de software, mas todos podem participar, independente da sua função! Afinal, a segurança não é um dever só dos desenvolvedores e da área da Qualidade.

Veja nesse Lightning Talk:

  • O que é Cornucopia
  • Como o jogo funciona
  • O que a OWASP Cornucopia faz e como você pode começar a jogar

Já podemos ir adiantando: não é poker, não é truco e não é demorado!

Confira tudo em menos de 15 minutos

Quer saber mais sobre o agile game?

Aqui no Blog DB1, temos também um artigo feito por Wagner Voltz: OWASP Cornucopia – um agile game para identificar potenciais falhas de segurança em softwares. Leitura indispensável para quem está interessado em desenvolvimento seguro!

Para a educação de amanhã não ser como a de ontem, inovemos.

Infelizmente, a ideia de inovação foi vulgarizada. Essa palavra foi esgarçada por discursos mercadológicos, por afirmações sem o devido estudo e pesquisa, e por velhas práticas que buscam se reafirmar com “novas” roupagens.

Uma das áreas que mais sofre com isso é a educação, especialmente a educação online. É preciso retomar o sentido mais nobre de inovação. Por exemplo, quando nos deparamos com uma prática de sala de aula que desejamos reproduzir no meio digital, não estamos diante de uma intenção que leva a inovação, mas sim à iteração.

Inovação na educação envolve didática, não só tecnologia

“Melhorar” uma prática didática e reproduzi-la usando uma tecnologia supostamente mais interativa é, na melhor das hipóteses, iteração. Por exemplo, certa vez acompanhei uma atividade elaborada no formato de quiz, usando lousa eletrônica e uma plataforma online que permitia que os alunos respondessem o quis em seus celulares em formato de competição, exibindo as pontuações e o ranking deles em tempo real. Os alunos rápida e profundamente se engajaram na atividade. Estavam eufóricos para participar. Mas apesar da euforia e do engajamento, foi difícil apontar de que forma a atividade tenha de fato contribuído para a aprendizagem de algo. Atualmente, é verdade que disputamos a atenção e interesse dos alunos para poder dar uma boa aula e a aprendizagem se torna muito difícil sem esses elementos: atenção e interesse. Mas em algum momento acho que nos perdemos nessa disputa, porque aparentemente muitos de nós simplesmente pressupõem que basta entreter, chamar a atenção, e manter os alunos ocupados para que eles aprendam. Como ter a atenção e o interesse dos alunos tornou-se um grande desafio, muitos de nós quase que sem querer passamos a atuar como se esse fosse o único ou mais importante desafio. E assim matamos possibilidades de inovar. Usamos recursos tecnológicos que chamem a atenção, por suas maravilhas “interativas”, e então aplicamos uma didática do nosso baú. Leia mais

O que a Campus Party me ensinou

A Campus Party é um evento de 5 dias, 24h/dia, 12.000 campuseiros, 900 horas de conteúdos entre palestras e workshops divididos entre  870 palestrantes e ainda 40GB de internet. São conteúdos variados de ciência, tecnologia, empreendedorismo e negócios digitais.

Aqui, darei dicas para aproveitar a Campus Party, com base nas minhas experiências com o evento. Já participei da Campus Party como visitante e como empreendedor, então trarei as duas visões para o artigo. Espero que goste!

Como ir na Campus Party pela primeira vez

Em relação a primeira viagem, é importante planejar e consultar os guias disponibilizados. A dica fundamental que dou, e levei 4 edições para aprender, é se conectar com as caravanas e comunidades! Essa é a dica de ouro.

Apesar de ser uma aventura, e de certa forma é interessante explorar essa aventura da Campus sozinho, conhecer e ir ao evento fazendo parte de uma Caravana ou Comunidade faz muita diferença e melhora muito seu aproveitamento do evento. Eu poderia falar dezenas de vantagens e diferenças, porém vou elencar algumas das principais na minha visão: Leia mais

ANYMARKET e Domus ERP, ambos do grupo DB1 Global Software, são finalistas da 4ª edição do Prêmio ABComm de Inovação Digital

O ANYMARKET, integrador de marketplaces, e o Domus ERP, software de gestão empresarial, são finalistas do Prêmio ABComm de Inovação Digital na categoria Destaque em Tecnologia Web.

Em 2017, foram mais de 3.600 cases inscritos e 30 mil votos.

Promovido pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a homenagem teve como objetivo estimular o desenvolvimento do mercado digital do Brasil, reconhecendo as melhores práticas, companhias e profissionais do setor e reconhecer as empresas e profissionais que se destacam em suas áreas de atuação. Leia mais