Criando onboarding com UICollectionView e Storyboard

Sabe aquelas telas de boas-vindas que vemos quando abrimos um app pela primeira vez? Este processo é feito para familiarizar o usuário com o app e suas funções. É uma oportunidade para apresentar as principais funcionalidades ou diferenciais do app, novidades de uma versão, ou tentar convencer usuários a se registrarem no serviço.

Neste tutorial irei ensinar como criar um onboarding no iOS usando UICollectionView e Storyboard. Os controllers das views serão escritos em Swift 4. Se quiser baixar o projeto completo, siga este link para o GitHub.

Storyboard

Acho legal usar o storyboard pra desenhar as views porque economiza muito tempo e linhas de código, fora a vantagem de poder ver todo o fluxo de telas da aplicação de uma vez!

Por isso, vamos criar um novo projeto, abrir o storyboard, remover a View Controller padrão e colocar em seu lugar uma Collection View Controller. Com a ajuda do Document Outline, selecione a Collection View que está dentro da Collection View Controller. Queremos alterar algumas propriedades para que ela se comporte como um onboarding com scroll horizontal:

Criando um projeto com storyboard Leia mais

Lightning Talk – Introdução ao SAP HANA

Afinal, o que é o SAP HANA? Ao pesquisar essa pergunta no Google, você encontrará a informação de que é um banco de dados in-memory, colunar e criado pela SAP. Porém, é muito mais complexo do que isso!

No Lightning Talk ministrado por Marcos Dias, você entenderá melhor o que é e como funciona o SAP HANA.

Confira tudo o que você aprenderá na Introdução ao SAP HANA:

  • O que é uma base de dados
  • Os dois tipos de organização de bases de dados – Tabelas (OLTP) e Colunar (OLAP)
  • O que é realmente o SAP HANA – Seu desenvolvimento, seus componentes e modos de uso
  • Benefícios para as decisões estratégicas
  • Estrutura da plataforma
  • Como é possível colocar a base inteira na memória

Assista ao Lightning Talk – Introdução ao SAP HANA

Transcreva sua voz de forma nativa com Javascript – Web Speech API

Atualmente a transcrição de textos é algo comum para os usuários de smartphones. A SIRI,  o Google Now e a Cortana popularizaram essa prática. Mas na Web isso não é tão comum assim. As grandes empresas de tecnologia hoje nos oferecem API’s para esse serviço, mas não é algo muito barato e nem tão trivial assim integrar com as gigantes.

Mas e se os browsers nos fornecessem essa API de forma nativa, para que pudéssemos transcrever tudo o que o usuário fala em texto apenas com uma permissão simples e HTTPS? Muito mais fácil, certo?

Essa é a ideia da especificação da W3C para a Web Speech API, para que o browser nos forneça esse serviço de forma nativa e muito simples. Então, veremos logo abaixo como podemos implementar essa API em nosso dia a dia para facilitar a vida do usuário e aumentar muito a acessibilidade das nossas aplicações. Leia mais

Mindfulness: é possível encontrar a paz no meio do caos?

Caos! Muitas pessoas percebem a vida adulta como um caos: estudar, trabalhar, cuidar da casa, cuidar dos filhos, cuidar do relacionamento e pagar “boletos”. A nossa vida é realmente agitada, o caos produz muito estresse e o estresse atrapalha nosso desempenho social, profissional e nossa saúde física e emocional. 

Talvez você esteja pensando: “Tudo isso eu já sei, mas eu vou fazer o quê? Preciso trabalhar para pagar os tais boletos!”. Uma das estratégias indicadas pela ciência para que possamos lidar com o estresse e ter uma vida mais plena e feliz é praticar MINDFULNESS (Atenção Plena). 

O que é Mindfulness e como praticar

Mindfulness nada mais é do que prestar atenção no seu presente, nas suas reações corporais, ou seja, em você. Por meio de meditações simples você pode treinar esse estado de atenção. Dentre essas meditações simples e rápidas está a meditação de um minuto:  Leia mais

Por que empatia é tão importante para a vida profissional?

É muito comum pensar que no ambiente profissional é mais importante ser racional e lógico, evitando assim mostrar as emoções. Porém, hoje vim falar sobre a empatia, uma habilidade que necessita deixar as emoções aparecerem para se conectar às outras pessoas, e como isso pode ser positivo para a sua equipe, para o cliente, o ambiente de trabalho e para você mesmo. 

De acordo com o dicionário Michaelis, empatia é: 
Habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa;
Compreensão dos sentimentos, desejos, ideias e ações de outrem;
Qualquer ato de envolvimento emocional em relação a uma pessoa, a um grupo e a uma cultura;
Capacidade de interpretar padrões não verbais de comunicação;
Sentimento que objetos externos provocam em uma pessoa. 

Segundo a neurociência, dentro do cérebro humano existem os neurônios espelhos. Esses neurônios espelham movimentos e emoções, é a parte do seu cérebro que fica mais ativa quando você está observando alguém fazendo qualquer coisa.  

Para você entender melhor como isso funciona, vou citar um caso real. Na década de 1980, a norte americana Patricia Moore revolucionou o design dos eletrodomésticos depois de viver a rotina de uma senhora octagenária. Durante 3 anos (1979 a 1982), Patricia se vestiu como uma senhora de 85 anos. A personagem usava bandagens enroladas para mantê-la encurvada, talas nos braços e nas pernas para dificultar a flexibilidade, e calçados desiguais que a obrigada andar de maneira trôpega. Mas por que ela fez isso? A motivação de Patricia era entender o mundo pela visão de pessoas idosas, para saber quais eram os obstáculos reais da vida delas. A partir dessa experiência, ela desenhou eletrodomésticos mais acessíveis e desenvolveu uma série de produtos que beneficiaram todas os públicos, incluindo, é claro, senhoras de 80 anos. 

O exemplo de Patricia Moore nos dias de hoje é um tanto quanto radical, pensando nos recursos que temos em mãos e toda a tecnologia existente. Mas a essência do experimento, o objetivo de “viver na pele” de outra pessoa, se não é passando pela mesma experiência, é por meio da empatia.   Leia mais

5 dicas para a sua documentação de requisitos gerar valor

Há alguns anos atrás a análise de requisitos era um tanto renegada no mercado de desenvolvimento de software, onde alguns profissionais diziam que encareciam muito um projeto e não geravam valor. Mas nos últimos anos essa realidade tem mudado. Os números demonstram que projetos com análise e especificação de requisitos agregam valor para o desenvolvimento e para o negócio e o seu valor é justificado.  

Mas é claro, é melhor não ter nenhuma documentação escrita do que ter uma especificação que não faça sentido para o projeto. Então, para lhe ajudar a entregar valor com sua documentação eu reuni cinco dicas para lhe auxiliar nessa tarefa. Mas como não existe “Bala de Prata” na engenharia de requisitos, você deve seguir aquelas que fazem sentido para a sua realidade e negócio.   Leia mais

O que são Requisitos Ágeis e como levantar requisitos com agilidade

É muito comum ouvirmos falar sobre metodologia ágil em TI nos dias de hoje. Realmente é bem raro encontrar alguém envolvido com desenvolvimento de software que nunca tenha ao menos ouvido falar em termos como XP, Scrum, Histórias de Usuário, Pair programmig e etc.

O conceito de agilidade surgiu por volta dos anos 2000 com a criação do Manifesto Ágil, que possui entre seus doze princípios os objetivos de satisfazer o cliente através da entrega contínua e adiantada de valor agregado ao cliente, além de aceitar mudanças de requisitos, mesmo no fim do desenvolvimento.

Este artigo visa comparar de maneira geral o papel dos requisitos no Modelo Cascata, utilizado antigamente, com os Modelos Ágeis tão amplamente difundido nos dias atuais. Vamos lá? Leia mais

Lightning Talk – CapivaraJS: Um framework para criação de componentes híbridos

Você já conhece o CapivaraJS? É o framework 100% brasileiro para criação de componentes!

Embora existam frameworks do tipo, os componentes criados por eles tendem ao isolamento em determinada tecnologia. Isso torna a migração mais complexa. Saiba o que faz o CapivaraJS único:

Diferenciais

É um framework híbrido gratuito de desenvolvimento. Seu objetivo é tornar componentes mais independentes de tecnologias de mercado como Angular, ReactJS, Vue.js e entre outros, além de complementar essas tecnologias. Ele é um facilitador que automatiza a estruturação básica na criação de componentes. Assim, o desenvolvedor se dedica ao que realmente interessa!

Aqui na DB1 já utilizamos o framework. Para Ilson Rezende, presidente da DB1, “o grande diferencial é que não está preso a uma biblioteca Java Script da moda. Com o CapivaraJS você faz uma vez e roda em todos. Ele possibilita criar componentes híbridos que são 100% compatíveis com outros frameworks do mercado”, completa Rezende.

O framework é totalmente personalizável e foi desenvolvido com o suporte da startup paranaense Gumga. Por isso, convidamos Matheus Miranda de Almeida, da Gumga, para explicar um pouco mais sobre como o CapivaraJS foi criado e como seus componentes se mantém hoje!

Assista o Lightning Talk para saber como funciona o CapivaraJS!

Em menos de 10 minutos você conhece as funcionalidades do framework. Foi feita uma demonstração de componente escrito em CapivaraJS rodando em Angular, para melhor compreensão da ferramenta. Além disso, você vai descobrir a origem do nome “Capivara” e outras curiosidades!

Você pode ler os primeiros passos para a instalação do framework aqui.

Se você já desenvolve com o CapivaraJS, comente sua experiência! Caso tenha sido a primeira vez que ouviu sobre o framework, conte também suas impressões abaixo.

O que é CMMI 2.0 e o que mudou com essa versão

Durante os anos, o modelo CMMI (Capability Maturity Model Integration) já passou por diversas atualizações. Utilizado como um framework de melhoria contínua de processos, ele é geralmente aplicado em conjunto com métodos, conceitos e diversas abordagens de trabalho, como os métodos ágeis. Assim, em 2018, uma nova atualização do modelo foi disponibilizada considerando sua evolução nos últimos anos e contemplando novas realidades do mercado. Leia até o final para entender tudo sobre a versão 2.0 do CMMI!

O que muda no CMMI 2.0

Este novo modelo tem sua avaliação muito mais atrativa, pois nas versões anteriores o software de avaliação utilizado era menos amigável e exigia grande esforço da equipe de preparação da avaliação coletar as evidências. Com o novo modelo o método de avaliação também foi alterado para uma plataforma online, onde a equipe poderá manter todos os artefatos e evidências atualizados de maneira mais simples e mais abrangente. Leia mais

Mestre dos Códigos: aprendizado técnico gamificado

O Mestre dos Códigos é um sistema de incentivo à capacitação de nossos mais de 120 desenvolvedores aqui na DB1 Global Software,  baseado em práticas de gamificação. A inspiração veio de escoteiros, que usam distintivos de acordo com as especialidades adquiridas como exemplo e fonte de inspiração.

Lançado em maio de 2017, o Mestre dos Códigos oferece um conjunto de atividades práticas em desenvolvimento de software que atestam os níveis de conhecimento de nossos colaboradores nas linguagens .Net, Arquitetura de Software, Java, JavaScript, PHP, SQL e Delphi, chamados Territórios.

Como funciona o Mestre dos Códigos

O desenvolvedor participante deve realizar 15 atividades para cada território. Cada atividade é enviada para aprovação do Comitê Técnico, comporto por colaboradores da DB1.

A primeira tarefa concluída com sucesso dá direito ao cordão de crachá do jogo, que diferencia o colaborador dentro da empresa.

A partir daí o participante conquista um novo nível a cada 5 (cinco) atividades completadas e aprovadas para receber as insígnias de Escudeiro (ao realizar 5 atividades), de Cavaleiro (ao realizar 10 atividades) ou de Mestre (completando as 15 atividades).

Objetivos da gamificação

“O modelo de gamificação estimula até mesmo quem não está mais em uma área técnica. Mais do que ter o reconhecimento, o legal do projeto é servir de referência para os mais novos, que podem facilmente identificar quem na empresa é referência em determinado assunto”, afirma Cassio Serea, diretor de Shared Services e CFO, que já recebeu o cordão por ter concluído sua primeira tarefa.

Após um ano de funcionamento, o Mestre dos Códigos recebeu mais de 70 inscrições. Colaboradores de outras áreas também são livres para participar e demonstram grande interesse em aprender mais sobre desenvolvimento de software.