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Dicas para busca, preparação, escrita e execução de Editais de Inovação para empresas de TIC

Meu primeiro contato com Editais de Inovação aconteceu em abril de 2013, quando um consultor credenciado do SEBRAE Maringá e eu fomos para o Rio de Janeiro, para participarmos de uma oficina de preparação para Editais de Inovação para empresas de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação).

Lembro-me que o ministrante abordou características de Editais da FINEP, de Cooperação nacional e internacional e tratou de algumas linhas de recursos do BNDES. Foi uma capacitação muito produtiva, que resultou em uma mobilização das entidades do setor de TIC de Maringá e Região, em termos de trabalho contínuo de oficinas para captação de recursos de subvenção econômica e financeira. Os resultados foram bastante expressivos, uma vez que, na época, cerca de cinco empresas participantes desse Programa foram ganhadoras do Edital Tecnova, da FINEP.

De lá para cá, passamos por alguns Editais: Tecnova, SESI SENAI, SEBRAE de Inovação, SEBRAETEC, SIBRATECSHOP, ISS, FINEP Startup, Inovapps, Startup Chile, EMBRAPII, dentre outros e, diante dos desafios e oportunidades, resolvi trazer algumas dicas para vocês aproveitarem com muito êxito essas fontes de recursos subsidiados por órgãos de fomento à Inovação.

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Para a educação de amanhã não ser como a de ontem, inovemos.

Infelizmente, a ideia de inovação foi vulgarizada. Essa palavra foi esgarçada por discursos mercadológicos, por afirmações sem o devido estudo e pesquisa, e por velhas práticas que buscam se reafirmar com “novas” roupagens.

Uma das áreas que mais sofre com isso é a educação, especialmente a educação online. É preciso retomar o sentido mais nobre de inovação. Por exemplo, quando nos deparamos com uma prática de sala de aula que desejamos reproduzir no meio digital, não estamos diante de uma intenção que leva a inovação, mas sim à iteração.

Inovação na educação envolve didática, não só tecnologia

“Melhorar” uma prática didática e reproduzi-la usando uma tecnologia supostamente mais interativa é, na melhor das hipóteses, iteração. Por exemplo, certa vez acompanhei uma atividade elaborada no formato de quiz, usando lousa eletrônica e uma plataforma online que permitia que os alunos respondessem o quis em seus celulares em formato de competição, exibindo as pontuações e o ranking deles em tempo real. Os alunos rápida e profundamente se engajaram na atividade. Estavam eufóricos para participar. Mas apesar da euforia e do engajamento, foi difícil apontar de que forma a atividade tenha de fato contribuído para a aprendizagem de algo. Atualmente, é verdade que disputamos a atenção e interesse dos alunos para poder dar uma boa aula e a aprendizagem se torna muito difícil sem esses elementos: atenção e interesse. Mas em algum momento acho que nos perdemos nessa disputa, porque aparentemente muitos de nós simplesmente pressupõem que basta entreter, chamar a atenção, e manter os alunos ocupados para que eles aprendam. Como ter a atenção e o interesse dos alunos tornou-se um grande desafio, muitos de nós quase que sem querer passamos a atuar como se esse fosse o único ou mais importante desafio. E assim matamos possibilidades de inovar. Usamos recursos tecnológicos que chamem a atenção, por suas maravilhas “interativas”, e então aplicamos uma didática do nosso baú.

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Inovação: O caminho da dor ao valor

O caminho da inovação passa pela estratégia da dor até à entrega do valor.

Esse processo inovativo começa com a identificação de um problema; em seguida passa-se à coleta de informações; à geração de ideias (brainstorming criativo); à verificação e, por fim; à execução da startup.

A inovação é cíclica e possui vários estágios que acompanham o ciclo de vida do produto (surgimento, crescimento I, crescimento II, maturidade, declínio e morte) e deve envolver um porquê claro, para que o como e o quê se tornem meros detalhes (teoria do círculo de ouro, de Simon Sinek).

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Matriz de decisão para sua startup

O que é uma startup? Na visão da Associação Brasileira de Startups:  “Uma empresa de base tecnológica, com um modelo de negócios repetível e escalável, que possui elementos de inovação e trabalha em condições de extrema incerteza.”

Napoleão Bonaparte já dizia que nada é mais difícil do que ser capaz de decidir. Mas por que é tão difícil esse processo decisório? Porque, decidir implica necessariamente em abrir mão de algo em prol de outro. Tem-se um trade-off envolvido, ou seja, um custo de oportunidade ou preço a pagar.

Neste universo de startups e inovação, tem-se um ritmo acelerado de escolhas a serem feitas e dentre as oportunidades, observam-se:

  • Meetups;
  • Rodadas com investidores anjo;
  • Programas de aceleração;
  • Editais de subvenção;
  • Programas internacionais;
  • Bootstrapping;
  • Mentorias;
  • Participação em eventos;
  • Trilhas de inovação;
  • Associações de startups;
  • Dentre outras.

Leia também: Inovação: como utilizar os lados direito e esquerdo do cérebro em prol de novas ações?

Sendo tantas as incertezas e opções para sua startup, defini uma matriz que pode ajudar a caminhar para que sua startup cumpra o Propósito Transformador Massivo. Mas antes, é importante lembrar de um conceito criado por Simon Sinek: o círculo dourado (golden circle).

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