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Facilitando retrospectivas e melhorando a comunicação da equipe baseada na Metodologia LEGO® SERIOUS PLAY®

Não pode ler agora? Ouça esse conteúdo durante suas atividades:

 

Os times são compostos por pessoas de diferentes culturas e valores. Chegamos nos meios corporativos, onde passamos a conviver em grupos com pessoas que não conhecemos, temos que aprender a trabalhar em conjunto em prol de um objetivo a ser alcançado.

Porém, fatores que influenciam na performance das nossas atividades são os ruídos na comunicação, pois além de muitas vezes não validarmos o entendimento de uma informação recebida ou de uma informação repassada, lidamos com vários tipos de pessoas que registram as informações predominantemente de forma visual, auditiva e/ou sinestésica.

Mas o que tudo isso tem haver com o tema?

No final das contas, a base para bons relacionamentos inicia-se com uma boa comunicação. E aqui inicia a minha história: Fui convidada para facilitar a retrospectiva de um time de infraestrutura que já trabalhava há muito tempo junto, porém os membros estavam tendo dificuldades na condução da transmissão de avisos importantes para os colaboradores da empresa. Essa dificuldade ocorria, principalmente, com os times de desenvolvimento de software. Esse time se sentia desmotivado e tinha a sensação de que não era valorizado pelos colegas, pois sempre ouvia reclamações da prestação de serviços que estava realizando.

Ao saber dessa história, eu trabalhei com uma dinâmica onde os integrantes do time poderiam validar as dificuldades e qualidade utilizada na comunicação efetuada por eles.

Adaptei a dinâmica da tartaruga, baseada na Metodologia LEGO® SERIOUS PLAY®, onde o time percebeu primeiramente a existência de diversos fatores que interferem em sua comunicação e nos relacionamentos, como ruídos, falta de clareza na emissão ou recepção da informação e/ou a falta de validação dessa comunicação.

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Minha empresa não tem um propósito para transformar o mundo. E daí?

Hoje está na moda toda empresa ter um propósito gigante, tipo o da Google: “Organizar as informações do mundo!”. Do contrário, você está por fora. Mais que isso: não vai ter sucesso porque não conseguirá contratar pessoas leais a esse propósito, não conseguirá engajar pessoas nessa missão e nem definir metas “moonshot” (aquelas metas dos sonhos que engajam todo mundo, por mais que não sejam atingidas). Ou seja, a empresa está condenada a ser uma empresa mediana, pequena. Não é exponencial e será difícil alcançar sucesso.

Não tenho nada contra, pelo contrário, tenho muito a favor de quem conseguiu encontrar esse propósito. Não somente para efeito de marketing, mas porque ele é real e profundo. Torna público e engaja pessoas com ele.

O que sou contra é juntar um monte de executivos em uma sala, em um planejamento estratégico, e obrigá-los a sair no final do dia com um propósito definido.

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A tecnologia blockchain e como se aplica ao Bitcoin

Hoje, muito se fala sobre o Bitcoin, moeda virtual que atingiu seu ápice de valorização no dia 17 de dezembro de 2017, chegando a valer 20 mil dólares a unidade, enquanto seu capital de mercado atingiu incríveis 326 bilhões de dólares. Se compararmos ao Facebook, por exemplo, onde a capitalização de mercado está em torno de 460 bilhões de dólares, constata-se que é um valor bem expressivo, e por esse motivo, o Bitcoin tem chamado muito a atenção.

Ao falarmos de Bitcoin, não podemos deixar de abordar um conceito de tecnologia, que os noticiários anunciam como “A maior revolução do século 21”; “Vai mudar o mundo”; “A maior coisa depois da internet”; Notícias essas que se referem ao Blockchain.

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