Por que empatia é tão importante para a vida profissional?

É muito comum pensar que no ambiente profissional é mais importante ser racional e lógico, evitando assim mostrar as emoções. Porém, hoje vim falar sobre a empatia, uma habilidade que necessita deixar as emoções aparecerem para se conectar às outras pessoas, e como isso pode ser positivo para a sua equipe, para o cliente, o ambiente de trabalho e para você mesmo. 

De acordo com o dicionário Michaelis, empatia é: 
Habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa;
Compreensão dos sentimentos, desejos, ideias e ações de outrem;
Qualquer ato de envolvimento emocional em relação a uma pessoa, a um grupo e a uma cultura;
Capacidade de interpretar padrões não verbais de comunicação;
Sentimento que objetos externos provocam em uma pessoa. 

Segundo a neurociência, dentro do cérebro humano existem os neurônios espelhos. Esses neurônios espelham movimentos e emoções, é a parte do seu cérebro que fica mais ativa quando você está observando alguém fazendo qualquer coisa.  

Para você entender melhor como isso funciona, vou citar um caso real. Na década de 1980, a norte americana Patricia Moore revolucionou o design dos eletrodomésticos depois de viver a rotina de uma senhora octagenária. Durante 3 anos (1979 a 1982), Patricia se vestiu como uma senhora de 85 anos. A personagem usava bandagens enroladas para mantê-la encurvada, talas nos braços e nas pernas para dificultar a flexibilidade, e calçados desiguais que a obrigada andar de maneira trôpega. Mas por que ela fez isso? A motivação de Patricia era entender o mundo pela visão de pessoas idosas, para saber quais eram os obstáculos reais da vida delas. A partir dessa experiência, ela desenhou eletrodomésticos mais acessíveis e desenvolveu uma série de produtos que beneficiaram todas os públicos, incluindo, é claro, senhoras de 80 anos. 

O exemplo de Patricia Moore nos dias de hoje é um tanto quanto radical, pensando nos recursos que temos em mãos e toda a tecnologia existente. Mas a essência do experimento, o objetivo de “viver na pele” de outra pessoa, se não é passando pela mesma experiência, é por meio da empatia.   Leia mais

5 dicas para a sua documentação de requisitos gerar valor

Há alguns anos atrás a análise de requisitos era um tanto renegada no mercado de desenvolvimento de software, onde alguns profissionais diziam que encareciam muito um projeto e não geravam valor. Mas nos últimos anos essa realidade tem mudado. Os números demonstram que projetos com análise e especificação de requisitos agregam valor para o desenvolvimento e para o negócio e o seu valor é justificado.  

Mas é claro, é melhor não ter nenhuma documentação escrita do que ter uma especificação que não faça sentido para o projeto. Então, para lhe ajudar a entregar valor com sua documentação eu reuni cinco dicas para lhe auxiliar nessa tarefa. Mas como não existe “Bala de Prata” na engenharia de requisitos, você deve seguir aquelas que fazem sentido para a sua realidade e negócio.   Leia mais

O que são Requisitos Ágeis e como levantar requisitos com agilidade

É muito comum ouvirmos falar sobre metodologia ágil em TI nos dias de hoje. Realmente é bem raro encontrar alguém envolvido com desenvolvimento de software que nunca tenha ao menos ouvido falar em termos como XP, Scrum, Histórias de Usuário, Pair programmig e etc.

O conceito de agilidade surgiu por volta dos anos 2000 com a criação do Manifesto Ágil, que possui entre seus doze princípios os objetivos de satisfazer o cliente através da entrega contínua e adiantada de valor agregado ao cliente, além de aceitar mudanças de requisitos, mesmo no fim do desenvolvimento.

Este artigo visa comparar de maneira geral o papel dos requisitos no Modelo Cascata, utilizado antigamente, com os Modelos Ágeis tão amplamente difundido nos dias atuais. Vamos lá? Leia mais

Lightning Talk – CapivaraJS: Um framework para criação de componentes híbridos

Você já conhece o CapivaraJS? É o framework 100% brasileiro para criação de componentes!

Embora existam frameworks do tipo, os componentes criados por eles tendem ao isolamento em determinada tecnologia. Isso torna a migração mais complexa. Saiba o que faz o CapivaraJS único:

Diferenciais

É um framework híbrido gratuito de desenvolvimento. Seu objetivo é tornar componentes mais independentes de tecnologias de mercado como Angular, ReactJS, Vue.js e entre outros, além de complementar essas tecnologias. Ele é um facilitador que automatiza a estruturação básica na criação de componentes. Assim, o desenvolvedor se dedica ao que realmente interessa!

Aqui na DB1 já utilizamos o framework. Para Ilson Rezende, presidente da DB1, “o grande diferencial é que não está preso a uma biblioteca Java Script da moda. Com o CapivaraJS você faz uma vez e roda em todos. Ele possibilita criar componentes híbridos que são 100% compatíveis com outros frameworks do mercado”, completa Rezende.

O framework é totalmente personalizável e foi desenvolvido com o suporte da startup paranaense Gumga. Por isso, convidamos Matheus Miranda de Almeida, da Gumga, para explicar um pouco mais sobre como o CapivaraJS foi criado e como seus componentes se mantém hoje!

Assista o Lightning Talk para saber como funciona o CapivaraJS!

Em menos de 10 minutos você conhece as funcionalidades do framework. Foi feita uma demonstração de componente escrito em CapivaraJS rodando em Angular, para melhor compreensão da ferramenta. Além disso, você vai descobrir a origem do nome “Capivara” e outras curiosidades!

Você pode ler os primeiros passos para a instalação do framework aqui.

Se você já desenvolve com o CapivaraJS, comente sua experiência! Caso tenha sido a primeira vez que ouviu sobre o framework, conte também suas impressões abaixo.

O que é CMMI 2.0 e o que mudou com essa versão

Durante os anos, o modelo CMMI (Capability Maturity Model Integration) já passou por diversas atualizações. Utilizado como um framework de melhoria contínua de processos, ele é geralmente aplicado em conjunto com métodos, conceitos e diversas abordagens de trabalho, como os métodos ágeis. Assim, em 2018, uma nova atualização do modelo foi disponibilizada considerando sua evolução nos últimos anos e contemplando novas realidades do mercado. Leia até o final para entender tudo sobre a versão 2.0 do CMMI!

O que muda no CMMI 2.0

Este novo modelo tem sua avaliação muito mais atrativa, pois nas versões anteriores o software de avaliação utilizado era menos amigável e exigia grande esforço da equipe de preparação da avaliação coletar as evidências. Com o novo modelo o método de avaliação também foi alterado para uma plataforma online, onde a equipe poderá manter todos os artefatos e evidências atualizados de maneira mais simples e mais abrangente. Leia mais

Mestre dos Códigos: aprendizado técnico gamificado

O Mestre dos Códigos é um sistema de incentivo à capacitação de nossos mais de 120 desenvolvedores aqui na DB1 Global Software,  baseado em práticas de gamificação. A inspiração veio de escoteiros, que usam distintivos de acordo com as especialidades adquiridas como exemplo e fonte de inspiração.

Lançado em maio de 2017, o Mestre dos Códigos oferece um conjunto de atividades práticas em desenvolvimento de software que atestam os níveis de conhecimento de nossos colaboradores nas linguagens .Net, Arquitetura de Software, Java, JavaScript, PHP, SQL e Delphi, chamados Territórios.

Como funciona o Mestre dos Códigos

O desenvolvedor participante deve realizar 15 atividades para cada território. Cada atividade é enviada para aprovação do Comitê Técnico, comporto por colaboradores da DB1.

A primeira tarefa concluída com sucesso dá direito ao cordão de crachá do jogo, que diferencia o colaborador dentro da empresa.

A partir daí o participante conquista um novo nível a cada 5 (cinco) atividades completadas e aprovadas para receber as insígnias de Escudeiro (ao realizar 5 atividades), de Cavaleiro (ao realizar 10 atividades) ou de Mestre (completando as 15 atividades).

Objetivos da gamificação

“O modelo de gamificação estimula até mesmo quem não está mais em uma área técnica. Mais do que ter o reconhecimento, o legal do projeto é servir de referência para os mais novos, que podem facilmente identificar quem na empresa é referência em determinado assunto”, afirma Cassio Serea, diretor de Shared Services e CFO, que já recebeu o cordão por ter concluído sua primeira tarefa.

Após um ano de funcionamento, o Mestre dos Códigos recebeu mais de 70 inscrições. Colaboradores de outras áreas também são livres para participar e demonstram grande interesse em aprender mais sobre desenvolvimento de software.