Gestão de Projetos com Inteligência Artificial

Já pensou em ter um robô como gerente? Pois é! Isso já é possível, dentre outras várias funções e personalidades que você pode atribuir ao Tinbot.

O Tinbot é um robô assistente, interativo e programável. Foi criado aqui na DB1, pelo desenvolvedor Marco Diniz. Graças a Inteligência Artificial nada passa despercebido aos olhos do Tinbot! Ele auxilia na gestão, dá recados, ajuda o time, cuida das pendências e ainda descontrai o ambiente.

Veja no vídeo abaixo como o Tinbot pode auxiliar na rotina das empresas:

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Tinbot no The Developers Conference – TDC

Quanto vai custar e quando vai ficar pronto meu sistema?

Atualmente trabalho como Gerente de Projetos aqui na DB1 Global Software e gostaria de falar um pouco sobre uma situação que ocorre no meu dia a dia, pois penso que pode ajudar muitas pessoas. A situação é a seguinte:

A dificuldade do cliente em detalhar o que precisa

Quando um cliente necessita de uma solução sistêmica para resolver um determinado problema, um dos pontos que ele pensa é: “Quem vai me ajudar no desenvolvimento dessa solução? ”. Se ele possui uma equipe de TI interna e disponível, naturalmente repassará tal demanda para esse time. Caso contrário, ele vai ao mercado para contratar uma empresa de software para ajudá-lo e aí que mora o grande problema. Muitas vezes, o cliente não sabe como pedir/solicitar essa contratação e no geral, o instinto é enviar um documento “pobre/macro” a várias fábricas, pedir um orçamento de custo e prazo, e fazer uma comparação simplista para eleger qual empresa irá executar a demanda.

O que a fábrica deve fazer

Baseado nessa situação cotidiana, qual deve ser a postura de uma fábrica de software responsável? Ler o documento, fazer uma reunião de 10 minutos com o cliente e estimar por ordem de grandeza e enviar ao cliente? Sinceramente, não vejo que seja o melhor caminho. Pode até funcionar para sistemas pequenos, mas ainda assim não acho uma boa ideia. E por quê? Leia mais

MapReduce e sua utilidade

Um dos grandes desafios computacionais da atualidade é a manipulação inteligente de grande quantidade de dados. Sistemas corporativos, serviços e sistemas Web, mídias sociais e entre outros, produzem um volume impressionante de dados.

A maioria desses dados são armazenados de forma não-estruturada, além de linguagens e formatos diversos, em muitos casos, incompatíveis entre si. Esses se tornaram uma valiosa fonte de informação. Um exemplo de manipulação de grande quantidade de dados é a empresa Google, que não possui um alto valor agregado somente por seu poderoso algoritmo de busca de páginas Web e seus inúmeros serviços disponíveis, mas também por manter um grande volume de dados de seus usuários.

São esses dados que, ao passarem por análises, tendem a se tornar valiosos, permitindo a criação de soluções inteligentes. Neste artigo será abordado o modelo MapReduce e sua utilização para a manipulação de grande quantidade de dados. Esse foi proposto primeiramente pela empresa citada no exemplo anterior: a Google, no ano de 2004.

O funcionamento do MapReduce

O MapReduce possui um conjunto de informações único, que é dividido em unidades e estas unidades são mapeadas paralelamente. Logo após, possuem-se as etapas de sort e shuffle: o sort ordena esses dados e o shuffle é a distribuição dos dados organizados em grupos para serem atribuídos aos nós de Redução.

Esse modelo demonstrou ser adequado para trabalhar com problemas que podem ser particionados ou fragmentados em subproblemas. As funções Map e Reduce podem ser aplicadas separadamente a um conjunto de dados. Se os dados forem suficientemente grandes, podem ainda ser divididos para serem executados em diversas funções Map ao mesmo tempo.

MapReduce processo de contagem de palavras

Figura 1

Para entendermos melhor vamos analisar a Figura 1 com um grupo de palavras a serem analisadas: Leia mais

Estratégias de integração ERP nos dias de hoje

Hoje em dia, agilidade é algo que empresas buscam a todo momento. Processos mais ágeis fazem com que a empresa consiga ter uma performance melhor, você também pode focar em colocar esforço em projetos maiores e que realmente demandam tempo e mão de obra. Enquanto grandes sistemas de ERP podem facilitar praticamente qualquer coisa dentro das empresas, muitas já acreditam que eles têm se tornado um pouco genéricos apesar de essenciais para o funcionamento da empresa no dia a dia.

Isso faz com que corporações busquem pacotes mais personalizados e especializados para seu segmento, região de atuação ou até mesmo tamanho. Os avanços da tecnologia também oferecem para as empresas a oportunidade de fazer investimentos em sistemas baseados na nuvem e esse é o grande desafio das integrações de ERP nos dias de hoje: conseguir trabalhar em uma realidade híbrida onde empresas estão começando a migrar seus dados para a nuvem.

Conhecer e lidar com os desafios

Ter diferentes sistemas integrados em uma só plataforma também demanda uma necessidade de integrar diferentes dados e tecnologias, com segurança e integridade. A responsabilidade de fazer isso acontecer da melhor maneira possível, na maioria dos casos, é entre as empresas fornecedoras das tecnologias. Por exemplo, a comunicação entre o ERP e o fornecedor de WMS. Isso faz com que o desafio seja ainda maior. Leia mais

JHipster – Um grande aliado no desenvolvimento de aplicações Java e Angular

Hoje, há uma crescente demanda de software no mercado. Cada vez mais empresas necessitam de um produto específico para seu negócio, e para empresas acima de médio porte, possuir soluções customizadas é quase que inevitável.

Do outro lado, as empresas de software buscam soluções que aumentem a produtividade do desenvolvimento, mas por muitas vezes, estas soluções acabam se tornando mais custosas do que produtivas.

Passei quase sete anos da minha carreira, trabalhando com ferramentas que prometiam produtividade, mas quando surgia a necessidade de sair do padrão da ferramenta… pronto! Toda produtividade do início do projeto com as automações de configuração e geração de CRUDs ia por água abaixo.

Em 2015, quando conheci o JHipster através de um amigo, de cara já pensei: lá vem mais uma ferramenta que engessa o código e que no final vai me trazer mais prejuízos do que benefícios. Foi aí que me enganei. Leia mais