O que é MVP e como usar no desenvolvimento de software

Quem trabalha com desenvolvimento de software sabe: o prazo é um dos maiores desafios. O cliente tem pressa de solucionar seu problema, e seu projeto deve sair com a qualidade desejada e num prazo justo. Mas, enquanto você trabalha para que o software supere a expectativa, o cliente continua com um problema em mãos.

O MVP existe para ajudar a resolver isso. Aqui, você entenderá o que essa sigla significa e todo o potencial que ela traz para seu trabalho.

Você encontrará:

  • Uma explicação aprofundada do que é MVP
  • Como utilizá-lo para transformar seu software em um foguete
  • Vantagens de implementar o modelo MVP

Boa leitura! Leia mais

Por que existem menos mulheres na área de T.I?

Na infância, meninos são encorajados a encarar desafios e vencer. Enquanto isso, as meninas aprendem mais características ligadas ao cuidado.Isto acaba influenciando diretamente no futuro, fazendo com que cursos na área de TI possuam uma predominância masculina.

Porém, uma coisa é fato: sem a inteligência e o trabalho de mulheres, a tecnologia e a internet como as conhecemos hoje não existiriam. O primeiro algoritmo da história foi desenvolvido por Ada Lovelace. Algumas das mais importantes linguagens de programação foram criadas por mulheres: Irmã Mary Kenneth Keller gerou o BASIC, Grace Hopper é a mãe do COBOL. O protocolo STP, que impede o loop de dados nas redes e na internet, é invenção de Radia Perlman. E a tecnologia usada nos telefones celulares e nas redes wi-fi tem como base o trabalho da inventora e atriz Hedy Lamarr, na época da Segunda Guerra Mundial.

Você, assim como a gente, gostaria de conhecer mais grandes nomes femininos no futuro? Então acompanhe nosso artigo para conhecer os motivos da diminuição de mulheres na área de T.I. Aqui, você descobrirá também o que podemos fazer para reverter esse cenário.

Neste post, você descobrirá:

  • A desmotivação que vem desde a faculdade
  • Qual o lugar da mulher, afinal
  • Como aumentar a representatividade feminina na área de TI
  • Bônus: depoimentos de mulheres que seguiram a paixão por tecnologia

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Bora palestrar? 10 motivos para você palestrar no TDC

Palestrar é uma experiência única. Ano passado tive a oportunidade de palestrar pela primeira vez em um evento nacional, o “The Developers Conference”, ou para os íntimos, TDC. Foi uma ótima experiência. Estava ansioso para começar o ano, saber as datas e me preparar para submeter palestras nos eventos de 2018.

O TDC ocorre três vezes ao ano. O primeiro evento em Florianópolis (4 dias), o segundo em São Paulo (5 dias) e o último evento do ano em Porto Alegre (4 dias). É um dos maiores eventos de desenvolvimento de software que engloba quase todas as áreas, além de permitir que qualquer profissional submeta palestras.

Pensando em convidar outras pessoas para ir palestrar esse ano, eu listei 10 motivos para você ir palestrar no TDC, além de ganhar muitos adesivos, canecas e camisetas!! 🙂 Leia mais

Construir soluções em vez de só consumi-las: Como DB1 Start pode ajudar nisto

Entre os meses de agosto e outubro, tive a alegria de conduzir um grupo de 32 pessoas incríveis. Elas chegaram até a minha pessoa após um processo severo de seleção e foram selecionadas para fazer parte da segunda turma do DB1 Start.

O que é o DB1 Start

DB1 Start é um curso gratuito com 200h de duração para apaixonados por tecnologia. Ele traz a experiência de fazer um projeto completo de software, através das boas práticas de mercado.

O objetivo do curso é compartilhar práticas utilizadas para a formação de trainees. O curso teve início em 21/08 e término em 01/11. Foram 32 alunos participantes, dentre eles, 31 concluintes e 12 contratados até dezembro.

Estas pessoas chegaram com suas diversas idades e formações. O que as unia era o desejo de participar deste mundo tecnológico tão evolutivo.

Foram 10 semanas muito intensas. O foco era torná-los produtores de tecnologia e não mais apenas consumidores. Resumindo, prazo curto para tantas possibilidades e muitos sonhos envolvidos. Leia mais

Certificação de Engenharia de Requisitos – CPRE-FL

Analisando o mercado de trabalho de alguns anos atrás, o diferencial de um profissional era a graduação. Alguns anos depois passou a ser a pós graduação. Atualmente a maioria dos profissionais possui uma graduação e uma ou mais pós graduações. Sabendo disso, é preciso ter algo a mais em seu currículo para se destacar. Pode parecer clichê, mas é assim que tem sido o mercado de TI no Brasil. E assim, surgem as certificações na nossa área. E principalmente as certificações reconhecidas internacionalmente.

Parafraseando Marcelo Neves, que é um dos nome mais respeitados no Brasil na área de Análise de Negócios e Engenharia de Requisitos, a certificação CPRE-FL é uma  certificação profissional que com ela os profissionais conseguem a tão desejada visibilidade que faz com que as empresas o disputem. Isso é especialmente crítico na atual situação de crise do país onde cada oportunidade é disputada a tapa. A certificação CPRE do IREB é o caminho mais curto e mais seguro pra se ter o reconhecimento.

Existem muitas certificações na área da programação, mas poucas na área de engenharia de requisitos e análise de negócios. Nós analistas de negócios aqui da DB1, para aumentar cada vez mais a qualidade da documentação de nossos projetos, temos optado por tirar a certificação CPRE-FL. Pois o estudo para certificação engloba temas da engenharia de software que vão desde métodos de elicitação de requisitos, documentação, validação, negociação até o gerenciamento dos requisitos. Leia mais

Certificação CTFL – Um esforço que vale a pena

Conquistar a certificação CTFL é uma meta desafiadora por si só. Pessoalmente, 2017 foi um ano de grandes desafios: me tornei mãe. Mesmo ainda desejando muito essa conquista profissional, pensei em desistir por achar que seria impossível estudar diante da minha nova rotina. Porém, me incomodava saber que não tinha atingido essa meta, então resolvi buscar a certificação!

Neste artigo, pretendo mostrar que é possível estudar e conquistar também sua certificação, mesmo tendo pouco tempo disponível. Contarei um pouco sobre como foram meus estudos para a certificação CTFL.

Você encontrará:

  • O que é a Certificação CTFL
  • Quais os benefícios dessa certificação
  • Materiais e dicas de estudo

Confira! Leia mais

Como consegui a certificação MCSD: App Builder

Há mais ou menos um ano determinei um objetivo, que era o de caminhar por uma das trilhas de certificação Microsoft (MCSD: App Builder – link do selo). Se você não conhece muito sobre certificações Microsoft, recomendo que leia este post sobre a importância da certificação Microsoft aqui do blog.

Este tempo seria mais do que o suficiente para realizar as três provas necessárias para conseguir o título, porém devido à alguns imprevistos pessoais acabei atrasando os planos, mas não desisti!

Este título exige um pré-requisito que é já possuir o título de “MCSA: Web Applications”.

A primeira prova da certificação MCSD (70-480)

A primeira prova pode ser escolhida entre a 70-480 (Programming in HTML5 with Javascript and CSS3) ou a 70-483 (Programming in C#). Como trabalhava mais com Web nesta época, optei pela 70-480.

Das três provas que fiz, considerei que a 70-480 foi a mais fácil delas, no entanto me preparei por dois meses antes de me submeter à realização da prova.

Vou deixar abaixo alguns materiais que utilizei para me preparar para a prova:

O último link deixado é, na minha opinião, o mais completo e rico, porém vale a pena estudar por todos eles.

A segunda prova da certificação MCSD (70-486)

Ainda no caminho para conseguir o “MCSA: Web Applications”, obrigatoriamente temos que passar pela prova 70-486 (Developing ASP.NET MVC Web Applications). Para esta prova também me preparei por cerca de dois meses antes de me submeter ao teste.

Na minha concepção esta prova foi a intermediária, em termos de dificuldade. Leia mais

Certificação Microsoft vale a pena?

Existem várias maneiras de um desenvolvedor (ou qualquer profissional) se qualificar, uma delas é através da certificação Microsoft. Ela basicamente vai assegurar às pessoas que você detém o conhecimento sobre algum assunto específico.

A maioria dos grandes players de tecnologia da atualidade fornecem a possibilidade de certificar os profissionais que desejam se aprofundar em alguma de suas tecnologias.

Seguindo esta ideia, a Microsoft é uma das empresas que disponibilizam essa opção de especialização. Ao perceberem a grande aceitação dos profissionais com esta modalidade, eles criaram certificações para praticamente todos os seus grandes produtos comerciais e para todas as áreas (não só desenvolvedores, veja a lista completa de certificações Microsoft).

Com o sucesso do modelo, passaram a criar as “trilhas” onde o profissional pode seguir conquistando uma lista de certificações de um determinado segmento e ao completar todas (ou seja, completar a trilha) ele recebe um selo da empresa.

Além do “carimbo” da grande empresa dizendo que você detém o conhecimento sobre determinado assunto, ao passar em alguma certificação a Microsoft disponibiliza alguns mimos como: desconto em e-books Microsoft, desconto em produtos Dell, acesso gratuito a uma rede social privada para profissionais certificados, além de materiais de divulgação para suas conquistas.

Qual o significado da sopa de letrinhas (MTA, MCSA, MCSE, MCSD)?

Dentro do universo de certificações Microsoft, existem ainda subdivisões através dessas siglas para diferenciar os níveis de “profundidade” sobre cada assunto. São elas: Leia mais

MapReduce e sua utilidade

Um dos grandes desafios computacionais da atualidade é a manipulação inteligente de grande quantidade de dados. Sistemas corporativos, serviços e sistemas Web, mídias sociais e entre outros, produzem um volume impressionante de dados.

A maioria desses dados são armazenados de forma não-estruturada, além de linguagens e formatos diversos, em muitos casos, incompatíveis entre si. Esses se tornaram uma valiosa fonte de informação. Um exemplo de manipulação de grande quantidade de dados é a empresa Google, que não possui um alto valor agregado somente por seu poderoso algoritmo de busca de páginas Web e seus inúmeros serviços disponíveis, mas também por manter um grande volume de dados de seus usuários.

São esses dados que, ao passarem por análises, tendem a se tornar valiosos, permitindo a criação de soluções inteligentes. Neste artigo será abordado o modelo MapReduce e sua utilização para a manipulação de grande quantidade de dados. Esse foi proposto primeiramente pela empresa citada no exemplo anterior: a Google, no ano de 2004.

O funcionamento do MapReduce

O MapReduce possui um conjunto de informações único, que é dividido em unidades e estas unidades são mapeadas paralelamente. Logo após, possuem-se as etapas de sort e shuffle: o sort ordena esses dados e o shuffle é a distribuição dos dados organizados em grupos para serem atribuídos aos nós de Redução.

Esse modelo demonstrou ser adequado para trabalhar com problemas que podem ser particionados ou fragmentados em subproblemas. As funções Map e Reduce podem ser aplicadas separadamente a um conjunto de dados. Se os dados forem suficientemente grandes, podem ainda ser divididos para serem executados em diversas funções Map ao mesmo tempo.

MapReduce processo de contagem de palavras

Figura 1

Para entendermos melhor vamos analisar a Figura 1 com um grupo de palavras a serem analisadas: Leia mais

JHipster – Um grande aliado no desenvolvimento de aplicações Java e Angular

Hoje, há uma crescente demanda de software no mercado. Cada vez mais empresas necessitam de um produto específico para seu negócio, e para empresas acima de médio porte, possuir soluções customizadas é quase que inevitável.

Do outro lado, as empresas de software buscam soluções que aumentem a produtividade do desenvolvimento, mas por muitas vezes, estas soluções acabam se tornando mais custosas do que produtivas.

Passei quase sete anos da minha carreira, trabalhando com ferramentas que prometiam produtividade, mas quando surgia a necessidade de sair do padrão da ferramenta… pronto! Toda produtividade do início do projeto com as automações de configuração e geração de CRUDs ia por água abaixo.

Em 2015, quando conheci o JHipster através de um amigo, de cara já pensei: lá vem mais uma ferramenta que engessa o código e que no final vai me trazer mais prejuízos do que benefícios. Foi aí que me enganei. Leia mais